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As zonas costeiras portuguesas têm condições naturais muito favoráveis para o aproveitamento da energia das ondas. Numa central de aproveitamento da energia das ondas, tira-se partido do movimento oscilatório das ondas criando câmaras ou colunas em zonas costeiras.

Essas câmaras estão, parcialmente, cheias de água, e têm um canal aberto para o exterior por onde entra e sai ar. Quando a onda se aproxima, a água que está dentro da câmara sobe, empurrando o ar para fora, através do canal. Quando a onda desce, dá-se o movimento contrário. No canal de comunicação de entrada e saída do ar existe uma turbina que se move, consoante o movimento do ar na câmara. Tal como nos outros casos, a turbina está ligada ao gerador eléctrico, produzindo electricidade.
 
 
Outra forma de aproveitar a energia dos oceanos é tirando partido do movimento constante das marés. As centrais de aproveitamento da energia das marés funcionam de forma semelhante às barragens hidroeléctricas. De tal forma, que implicam a construção de grandes barragens, atravessando um rio ou um estuário. Quando a maré entra ou sai da foz do rio, a água passa através de túneis aberto na barragem. As turbinas, colocadas nesses túneis, movimentam-se consoante as idas e vindas das marés.

A energia térmica provem do interior da Terra, onde, em termos médios, a temperatura aumenta, com a profundidade, cerca de 33ºC por Km. Porém, devido à heterogeneidade da crusta terrestre, o gradiente de temperatura pode ser inferior ou superior a este valor. São as zonas de elevado gradiente as que mais interessam para aproveitamento energético e os vulcões, as fontes termais e as fumarolas são exemplos conhecidos desta fonte de energia.


 
Numa central de energia geotérmica tira-se partido do calor existente nas camadas interiores da Terra para produzir o vapor que vai accionar a turbina. São criados canais profundos para aproveitar o aumento da temperatura e é injectada água que se transforma em vapor. Este vapor é submetido a um processo de purificação antes de voltar à superfície, onde é canalizado para uma turbina.

As principais vantagens desta fonte de energia são o facto de não ser poluente e das centrais não necessitarem de muito espaço, de forma que o impacto ambiental é bastante reduzido. No entanto, existem também alguns inconvenientes, como o facto de não existirem muitos locais onde seja viável a instalação de uma central geotérmica, dado que é necessário um determinado tipo de solo, bem como a disponibilidade de temperatura elevada no local até onde seja possível perfurar. Por outro lado, ao perfurar as camadas mais profundas, é possível que sejam libertados gases e minerais perigosos, o que pode pôr em causa a segurança das pessoas que vivem e trabalham perto desse local.

A biomassa, uma das mais antigas fontes de energia utilizada pelo homem, é a matéria orgânica de origem vegetal ou animal que pode ser utilizada como fonte de energia. As plantas são um produto directo da fotossíntese, um processo durante o qual o Sol fornece, sob a forma de radiação, a energia de que as plantas necessitam para transformar a água, o dióxido de carbono e os minerais (nutrientes) em oxigénio e açúcares.

Os açúcares são compostos de carbono, oxigénio e hidrogénio que fornecem energia às plantas e aos animais que delas se alimentam. Estes alimentos ricos em açúcar são uma boa fonte de energia.

Existem vários aproveitamentos deste tipo de combustíveis, dos quais se destacam os biocombustíveis e o biogás.

Através da transformação de certos óleos vegetais, como o de girassol, colza, milho, palma ou amendoim obtém-se um biodiesel que pode ser misturado com o gasóleo e alimentar motores deste tipo. 

Outra fonte de matéria-prima é a recuperação dos óleos usados em frituras (restauração, cantinas), mediante uma recolha selectiva. Estes óleos podem ser facilmente transformados em biocombustível, tendo como vantagem acrescida a eliminação de uma fonte de poluição.

Já no que diz respeito ao biogás, este é um gás combustível, constituído em média por 60% de metano e 40% de CO2, que é produzido através de um processo de digestão anaeróbia dos resíduos orgânicos. As principais potenciais áreas de produção de biogás são as do sector agro-pecuário, da indústria agro-alimentar, das ETAR municipais e dos resíduos urbanos (RU), sendo que a queima do biogás pode ser feita em pequenas instalações, para produzir energia eléctrica. Uma vantagem resultante da combustão do biogás é a possibilidade de eliminar o metano, que é um dos gases que contribui para o efeito de estufa.

A utilização de energia hídrica, com o aproveitamento dos cursos de água para a produção de energia eléctrica é um bom exemplo do uso de energias renováveis em Portugal.

A produção de electricidade durante o século XX esteve principalmente associada às barragens de grande ou média capacidade, cujo propósito é reter a maior quantidade de água possível e criar um desnível acentuado, para aumentar o potencial do curso de água. A conversão da energia cinética existente num curso de água em energia eléctrica permite que a energia possa ser transportada em grandes distâncias e usada em nossas casas. 
 

Actualmente, a energia da água em sido também aproveitada por pequenos açudes ou barragens, que desviam uma parte do caudal do rio reenviando-o num local desnivelado (onde estão instaladas turbinas), produzindo electricidade. 

A produção deste tipo de energia está directamente dependente da chuva e, quando a precipitação é mais abundante, a contribuição destas centrais atinge os 40%. No entanto, em anos mais secos apenas 20% da energia total consumida provém dos recursos hídricos.

A energia solar pode ser directamente convertida em energia eléctrica por intermédio das células fotovoltaicas.

A utilização de sistemas fotovoltaicos em edifícios, nas suas fachadas e telhados, permite não só o fornecimento de energia à rede eléctrica como pode garantir o fornecimento das necessidades básicas de energia eléctrica a habitações distantes da rede pública de distribuição. Actualmente verificam-se ainda outras aplicações destes sistemas, nomeadamente na sinalização marítima (bóias e faróis) e em passagens de nível ferroviárias e nas telecomunicações (retransmissores de televisão e sistemas de SOS instalados nas auto-estradas e estradas nacionais).
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